

O Sai começa a trabalhar sem você: não apenas com agendamentos, mas com eventos e webhooks — um novo e-mail, a abertura de um PR, uma reunião prestes a começar. Nada precisa ser digitado para dar o pontapé inicial, e nada precisa permanecer online do seu lado para que ele seja acionado. As execuções são independentes e podem ocorrer em paralelo, portanto, um briefing matinal, uma limpeza de caixa de entrada e uma atualização de pipeline não ficam na fila esperando um pelo outro. Cada execução deixa a área de trabalho onde a anterior parou, para que o trabalho seja acumulativo em vez de reiniciar.


O Sai opera um desktop real: aplicativos instalados, um sistema de arquivos, um navegador com suas sessões logadas. É isso que torna a parte difícil do trabalho real acessível — portais internos, sistemas legados atrás de login, ferramentas que nunca lançaram uma API, planilhas que só abrem no aplicativo de desktop. Os arquivos baixados na segunda-feira ainda estarão lá na sexta-feira. Configuração zero: sem tempo de execução para instalar, sem gateway para manter atualizado, sem integração de API para construir antes que a primeira tarefa seja executada.
O Sai conecta-se diretamente ao Gmail, Slack, Google Drive, GitHub e Agenda, e faz login em seu nome em sites que não possuem nenhum conector. Ações irreversíveis são interrompidas para aprovação antes de ocorrerem. Você pode assistir a uma execução na tela, redirecioná-la durante a tarefa ou pará-la. E você pode acessá-lo pelo seu telefone — iMessage, SMS ou Telegram — sem precisar abrir um aplicativo.
