

O Sai começa a trabalhar sem você: não apenas com agendamentos, mas com eventos e webhooks — um novo e-mail, um PR aberto, uma reunião prestes a começar. O Hermes Agent também executa cron jobs, mas a máquina por trás deles é a sua, e um laptop fechado às 7 da manhã significa uma tarefa que não foi executada. As execuções do Sai são independentes e ocorrem em paralelo, então um briefing matinal, uma limpeza de caixa de entrada e uma atualização de pipeline não ficam na fila esperando um pelo outro. Cada execução mantém o espaço de trabalho onde a anterior parou, para que o trabalho se acumule em vez de reiniciar.


O Sai opera uma área de trabalho real: aplicativos instalados, um sistema de arquivos, um navegador com suas sessões conectadas. O Hermes Agent é preciso dentro do shell — comandos, arquivos, chamadas de API — e sua documentação não descreve nenhum controle nativo de tela. É nessa linha que reside a maior parte do trabalho real: portais internos, sistemas legados protegidos por login, painéis de fornecedores com fluxos de exportação hostis, planilhas que só abrem no aplicativo desktop. O Sai alcança tudo isso observando a interface e utilizando-a. Configuração zero: sem runtime para instalar, sem chaves de modelo para fornecer, sem servidor MCP para escrever antes da primeira tarefa.
O Sai conecta-se diretamente ao Gmail, Slack, Google Drive, GitHub e Agenda, e faz login em seu nome em sites que não possuem nenhum conector. Ações irreversíveis são pausadas para aprovação antes de ocorrerem, e as credenciais passam por um campo criptografado que o modelo nunca lê. Você pode assistir a uma execução na tela, redirecioná-la durante a tarefa ou interrompê-la — o Hermes Agent fornece a saída do terminal e uma trajetória exportada, que é um registro, não um volante. E você pode acessar o Sai pelo seu celular via iMessage, SMS ou Telegram, sem precisar abrir um aplicativo.
